Há uma série de anos que não ia à Travessa. Está na mesma, para melhor.
Este restaurante fica na Madragoa, no antigo Convento das Bernardas, construído no século XVII. Hoje em dia divide-se entre o restaurante, o museu da marioneta e os moradores que habitam no andar de cima.
O espaço é lindíssimo. Na primeira sala tem um forno onde cozem o pão que se come por lá. Na segunda sala, a maior, com o balcão ao fundo, o teto é em abóboda, todo mobilado com móveis clássicos. No verão, podemos comer lá fora debaixo dos claustros do Convento.
Ao longo dos anos, a Viviane Durieu e o António Moita têm conseguido manter este restaurante de cozinha de inspiração portuguesa e internacional com uma qualidade invejável. Desta vez voltei lá ainda com a recordação de uma cerveja belga que serviam a copo, que tinha um gás finíssimo como se fosse champanhe.
A comida mantém-se ao mesmo ao mesmo nível, agora com mais entradas: ovos mexidos, pimentos padrão, queijo de cabra embrulhado em folha brinque acompanhado de compota, secretos de pata negra e muito mais.
Depois veio um risoto com vieiras e um peixe galo frito, apresentou-se um bife de touro e um magret de pato. Tudo isto com os acompanhamentos respetivos. Para terminar, comemos um folhado levíssimo com frutos vermelhos. Estava ótimo!
A Travessa continua a manter o padrão muito bom a que sempre me habituou.
Parabéns ao António e a Viviane. Continuem!

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